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Mediação
 
 

O Professor Reuven Feuerstein (psicólogo romeno radicado em Israel) desenvolveu um programa conhecido como PEI – Programa de Enriquecimento Instrumental.  A proposta é desenvolver nas pessoas (de qualquer idade e nível sócio-econômico) o pensar organizado favorecendo a aquisição de competências cognitivas do pensar, conhecer, fazer, saber ser e estar no mundo.

 
 

 

Essas competências são desenvolvidas por meio da mediação dos processos de aprendizagem. Para  Feuerstein a presença do mediador humano é imprescindível nas relações educacionais. Ele é o agente de mudanças. A mediação aqui é intencional, organizada, tendo como princípio o respeito ao outro, à sua individualidade, ao ser diferente em que ele se constitui. Colocar-se no lugar desse “outro”, entendendo o seu espaço e o seu tempo de aprendizagem.  
 
 


Feuerstein identifica dez critérios ou tipos de interação que são fundamentais para a mediação.  Estes critérios são ilustrados na forma de um quebra-cabeça, ressaltando que o número de peças não deve ser considerado finito - novos critérios podem ser acrescidos - e que as peças não existem isoladamente e devem ser vistas como um todo.

 A mediação é um processo aberto e dinâmico e não deve ser rigidamente aplicada ou vista como fixa em 10 critérios.