Depois de duas grandes guerras mundiais as mulheres
resolveram não mais se submeter ao patriarcado.
Levantou-se a bandeira do feminino e começou uma nova
batalha onde o homem era o inimigo. Muito foi alcançado. A
mulher começou a ter direito a voto, e competir no mercado
de trabalho. Mas dentro dela o vazio continuava, pois foi
para a luta com o modelo e os valores que não eram seus e
sim os valores masculinos, únicos conhecidos e
reconhecidos.
Hoje, mais conscientes, perceberam que o inimigo não é o
homem, pois ele também está tão ou mais ferido que ela. A
luta é contra o patriarcado e não é substituindo por um
matriarcado que iremos resolver. Qualquer extremo é
desequilibrador.
Integrar o feminino e o masculino dentro de si é o grande
desafio da mulher de hoje. Descobrir o que é ser mulher é
a nossa proposta neste trabalho.