Somente
no século XX começaram as pesquisas hormonais. Na década
de 20 a 40 a descoberta e identificação e nos anos 50 a 60
começa-se a compreender as ações e funções. Nesta época
inicia-se a reposição hormonal na menopausa:
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Sintomas do hipoestrogenismo |
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Hormônios
sintéticos |
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Estrutura
molecular diferente dos hormônios endógenos |
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Desconhecimento
de outras ações |
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Desconhecimento
das doses terapêuticas |
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Desconhecimento
dos mecanismos de metabolização e excreção |
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Desconhecimento
dos efeitos a médio e longo prazo |
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Uso de doses cavalares |
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Como conseqüência encontramos alguns benefícios e
também abundância de para-efeitos, aumento do risco câncer
de endométrio e de mama, e questiona-se o envolvimento com
outros tipos de câncer. Esses problemas perduram até hoje
trazendo medo, tabus, descrédito e abandono da terapia de
reposição hormonal.
Nos anos 80 surge a
modulação hormonal que faz renascer a antiga terapia de
reposição hormonal dentro de novos conhecimentos e
conceitos. Inicia-se uma maior disseminação de informações
junto ao publico leigo e novas opções terapêuticas. A utilização de hormônios com estrutura molecular muito
próxima aos hormônios endógenos e a redução expressiva das dosagens.
Antes a reposição era uma monoterapia
específica objetivando repor um único hormônio (o que na
realidade não fazia pois a utilização de hormônios sintéticos
não repõe os nossos hormônios endógenos!). Este foi o início de tudo, mas apenas a ponta do iceberg.
Modulação hormonal
implica em analisarmos todos os hormônios e suas
dinâmicas. Não só a avaliação hormonal, mas a análise
bioquímica, funcional e todo o perfil metabólico da
individuo. Só diante de um quadro geral e sistêmico
seremos capazes de estudar uma estratégia individual de
modulação hormonal, pois sabemos que os precursores muitas
vezes são os mesmo e que cada hormônio vai atuar
aumentando ou diminuindo outros. Sabemos que a troca na
alimentação assim como na atividade física e a própria
maneira de ver a vida e lidar com o dia a dia é capaz de
alterar consideravelmente o quadro hormonal. Daí a
importância da modulação e a completa inadequação da
reposição.
Do
arsenal disponível atualmente, os principais hormônios
usados na modulação são: estriol, estradiol, progesterona,
hormônio do crescimento humano (hgh), testosterona,
dhea,
melatonina, tirotoxina, triiodotironina.
Vale destacar que todos os hormônios que utilizamos são
biologicamente idênticos aos que são produzidos no próprio
organismo.
Associados a eles
usamos aminoácidos assim como outros componentes
vitamínicos e minerais que dão ao organismo
substrato para sua formação e ação.
A MODULAÇÃO HORMONAL RETARDA DE MODO AGUDO E CONSISTENTE OS PROCESSOS DE ENVELHECIMENTO HUMANO. |