Modulação do Estresse
 
 

O estresse é o maior acelerador do envelhecimento:

  Aumenta adrenalina;  
 

Aumenta cortisol;

 
 

Aumenta MAO;

 
 

Aumenta dano oxidativo;

 
 

Deprime capacidade imunológica;

 
 

Aumenta risco de câncer;

 
 

Aceleração brutal do envelhecimento;

 

Hans Selye (1907-1982) médico e pesquisador austríaco residente no Canadá foi o primeiro a pesquisar seriamente o estresse na década de 1930. Ele observou que organismos diferentes apresentam um mesmo padrão de resposta fisiológica para estímulos sensoriais ou psicológicos. E isso teria efeitos nocivos em quase todos os órgãos, tecidos ou processos metabólicos, fungos, etc.

O estresse patológico surge como uma conseqüência direta dos persistentes esforços adaptativos da pessoa à sua situação existencial. 

Primeira fase: reação de alarme  (luta ou fuga)

  Supressão imunológica e da resposta inflamatória  
 

Supressão da digestão, reprodução e crescimento

 
 

Aumento da freqüência cardiaca, freqüência respiratória e pressão arterial

 
 

Respostas neurais alteradas (cognição e sensibilidade sensorial)

 
 

Gliconeogênese

 
 

Dilatação pupilar e das vias respiratórias

 
 

Vasoconstrição visceral e da pele

 
 

Vasodilatação cardíaca, pulmonar e músculos esqueléticos

 
 

Contração esplênica

 
 

Sudorese

 

Fase 2: Adaptação ou Resistência

Reparo dos danos produzidos pela fase de alarme
 Redução do cortisol

Fase 3: Exaustão (Persistência das respostas de alarme)

  Baixa imunológica e de todas as funções orgânicas  
 

Aceleração da queda dos hormônios anabolizantes, e das pausas hormonais

 
 

Anovulação, diminuição/perda do libido e impotência

 
 

Fadiga, miocardiopatia, úlcera gástrica e diabetes

 
 

Aceleração do envelhecimento e destruição neuronal

 

Diante desta constatação da ação orgânica do estresse torna-se evidente o papel prioritário de sua administração e ruptura de ciclos já estabelecidos na medicina anti-evelhecimento.