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Como já falamos existem médicos unicistas e pluralistas. Podemos fazer o tratamento homeopático em três níveis.
Primeiro nível
O médico vai estar mais preocupado com o sintoma físico e as suas modalidades, ou seja, se o paciente chega com uma diarréia: como é essa diarréia? Em que hora aparece? Que tipo de dor ela causa? Que tipo de cheiro ela tem? Consistência das fezes? Qual é a hora em que se agrava? Enfim? E esse médico pode tratar tanto com um único remédio, se encontrar, ou com vários, podendo ser alternista o complexista.
Segundo nível
Além de observar todas as características do sintoma físico, o médico vai também prestar atenção aos sintomas mentais e emocionais do paciente. É uma pessoa quieta? É uma pessoa agitada? É uma pessoa agitada? É uma pessoa alegre ou triste? É uma pessoa que gosta de dormir encolhido ou esparramado, com as janelas abertas ou fechadas? É uma pessoa que fala tudo o que pensa ou engole sapos e lagartos? Baseado nisso, dar a prioridade aos sintomas mentais. Então, um paciente que chega com diarréia e outro que chega com uma prisão de ventre poderão tomar exatamente a mesma medicação, pois estará sendo tratado o paciente e não o sintoma.
Terceiro nível
O homeopata vai procurar ir a um nível ainda mais profundo, pegando os sintomas mentais da mais alta hierarquia, vai pesquisar qual é a dor primária deste indivíduo. Por exemplo, uma pessoa que engole sapos e lagartos pode fazer isso por culpa. O outro vai ter o mesmo comportamento, mas por medo de não ser amado. Um terceiro ainda por arrogância, por achar que não vale a pena discutir com aquela pessoa. Ou seja, o porquê, a dor destas pessoas são diferentes. Neste terceiro nível de atuação da homeopatia, o homeopata terá que ser exclusivamente unicista. |
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