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MEDICINA INTEGRATIVA |
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DRA. SANDRA REGINA |
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A medicina integrativa integra o ser humano no seu pensar sentir e agir, e também integra várias técnicas terapêuticas da medicina dita oficial e daquela considerada por alguns como complementar.
O principal objetivo é integrar o psíquico e o somático, que na realidade nunca estiveram separados, mas que desde dos tempos de Platão, vêm sendo considerados como duas entidades distintas. Graças a esse "mal entendido", o homem vem se dissociando e com isso gerando mal estar e doenças em si, na família e na sociedade.
Nos tempos antigos o sacerdote, pagé ou xamã cuidava do ser em sua totalidade: corpo, mente, emoção e espírito. Ele ouvia suas dúvidas, problemas e dificuldades, conhecia sua família, o contexto em que vivia e aconselhava num sentido amplo e integrador.
Mas isso foi mudando. Surgiram os médicos para cuidar do corpo, os psicólogos para cuidar das emoções e os sacerdotes, pastores e rabinos cuidavam da alma! O homem foi esquartejado, fragmentado e partido e ninguém mais se entendia como inteiro. Cada parte foi entregue aos cuidados de um profissional diferente.
O médico que a princípio cuidava de toda a família, foi se tornando cada vez mais especializado, e as doenças geradas por simples desequilíbrios emocionais da família, foram se tornando problemas para serem vistos pelos psicólogos, pois as relações médico-paciente ficaram cada vez mais pobres e impessoais.
E nas igrejas, templos ou sinagogas as coisas não estavam muito diferentes. Novos e novos adeptos iam chegando e a antiga intimidade e conhecimento pessoal que havia entre o sacerdote (para usar um nome genérico para o orientador espiritual) e o adepto foi reduzido a um pequeno grupo mais ativo dentro da comunidade.
Para alcançarmos o bem-estar é fundamental ver o sistema como um todo integrado e a partir desta visão integrar o homem no seu pensar, sentir e agir. Integrá-lo com seu semelhante, restar o vínculo original com a espécie, para isso reconciliá-lo com sua família de origem, sua família atual, assim como com a sociedade em geral, representada principalmente, pelo trabalho e círculo de amizades. Quando podemos nos ver como membros de uma mesma espécie e reverenciarmos a vida tornando cada gesto um ato sagrado, nos reconciliamos com o universo inteiro.
Perceber que fazemos parte deste universo infinito, que somos poeira de estrelas, que a mesma vida que vive em nós, seres humanos, anima as pedras, as matas, os rios, os animais... nos afasta do principio antropocêntrico, onde o homem era o centro do universo e que gerou tantas separatividades e destruição no planeta e nos aproxima de um princípio biocentrico, onde a vida é o centro de nossas atenções. |
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| Objetivos do meu trabalho |
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Meu objetivo é facilitar as pessoas em seu caminho de auto-evolução e expansão da consciência, de modo a utilizarem de forma integrada seu potencial criativo, intelectual, emocional e energético (espiritual) na vida diária e com isso alcançar a saúde. Nascemos com grandes potenciais que foram inibidos pela nossa criação, pelas nossas crenças pessoais e arquetípicas. Nascemos para sermos felizes!
Percebo cada pessoa como um ser integrado neste universo holotrópico e não apenas a doença ou um sintoma isolado do todo.
A doença ou sintoma geralmente é uma parte do desequilíbrio daquele sistema. O sintoma é ao mesmo tempo um pedido de socorro e de crescimento. Entender o sintoma/doença é conhecer mais do sistema, ou seja, de si mesmo. Além de trazer outros níveis de compreensão à consciência. Quando expandimos essa consciência nos integramos mais e por conseqüência eventual atingimos, a cura.
O “corpo” não é capaz de realizar a cura quando está sobrecarregado com stressores diversos: emocionais, tóxicos ou ambos, mas quando lhe damos a informação apropriada ele se cura a si próprio.
“Corpo” está entre aspas porque não estamos falando apenas do nosso corpo físico, mas também dos nossos corpos emocional, mental e de energia. Aqui apenas faço essa separação, para fins de entendimento didático, uma vez que esses corpos não estão separados, mas são uma Unidade Indivisível. E essa compreensão já faz parte da cura.
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Como desbloquear a energia nesses níveis e dimensões extra-físicas? Integrando diversas técnicas e muitas vezes o trabalho multidisciplinar, naturalmente.
Como médica utilizo basicamente a homeopatia, fitoterapia e ortomolecular, e não abro mão de todos os avanços tecnológicos para diagnóstico, assim como da alopatia ou cirurgia, quando ela se fazem necessárias. Pois, em alguns momentos a melhor opção é a cirurgia e o acompanhamento por especialistas. Para complementar e/ou agilizar o tratamento, assim como evitar agravações dos sintomas utilizo também, sempre que necessário, composto florais. Ou encaminho a profissionais tais como nutricionistas, fisioterapeuta, psicoterapeutas, terapeutas holisticos, academias de ginástica, alongamento, dança, biodanza, cursos, um caminho “espiritual” de auto-conhecimento... o que a prioridade naquele momento.
Curar, a partir do seu interior, é um processo que se aprimora com o tempo e com a prática. O sucesso advém da parceria entre o médico, terapeuta ou facilitador e o paciente, que deixa de ser paciente e assume seu papel de agente ativo em seu tratamento. É nele, aquele que outrora chamávamos paciente - e somente nele - que reside a cura. O médico, o remédio, o terapeuta, só podem facilitar o fluxo livre da energia, mas cabe ao cliente mantê-lo
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Como fazer isso? Muito simples. Conhecendo-se. Assim saberemos o que nos convém ou não. Faremos escolhas ao invés de repetir compulsivamente os padrões que inconscientemente adotamos como nossos.
Individualmente ou em grupo aprendemos a desbloquear nosso poder interior.
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Nos grupos é mais fácil e rápido do que individualmente. É mais alegre e divertido poder compartilhar nosso aprendizado, dores, medos, conquistas... dançamos, cantamos, choramos, rimos... e o que de fato importa é descobrir seu sonho, traçar suas metas, ter um senso de propósito. |
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A base de tudo se alicerça na “cura holográfica”, técnica simples e eficaz que usa o teste muscular que honra a sabedoria interna de cada indivíduo e está profundamente associada à tradicional medicina chinesa. |
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