Para quem tem maior dificuldade, a profissional utiliza o aparelho Biofeedback. Uma parte dele é introduzida na vagina ou no ânus e, quando o paciente trabalha a musculatura do assoalho pélvico, emite sinais sonoros ou visuais. A pessoa acompanha o próprio progresso.
A fisioterapeuta explica que, para recorrer à reeducação, o paciente precisa ser avaliado e encaminhado pelo ginecologista, urologista ou neurologista. "Nos prolapsos de terceiro grau, por exemplo, não há como fugir da cirurgia", explica. O campo de aplicação do método é vasto: em gestantes antes e depois do parto, em crianças que não conseguem parar de fazer xixi na cama, em pacientes neurológicos e, até, em certos casos de disfunções sexuais, como o vaginismo. Para quem tem histórico na família, também é aconselhado, por prevenção.
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