Televigilância – acompanhamento de um paciente à distância por um profissional de saúde (por exemplo, médico ou enfermeira) ou instituição hospitalar. É o caso de doentes crônicos que foram atendidos pelo sistema de saúde e convalescem em suas residências. A situação mais freqüente é a monitoração intra-hospitalar dos pacientes (por exemplo, comunicação entre quartos ou unidades intensivas e o posto de enfermagem).
Teleassistência – prestar auxílio médico a um doente distante. Este pode estar totalmente isolado, tendo a telemedicina como única forma de assistência.
É importante dizer que o termo “telemedicina” muitas vezes engloba a educação médica à distância. Na prática da Medicina, é conveniente juntar a tecnologia assistencial e educacional, para ensejar o aprendizado continuado do médico.
É oportuno esclarecer que o conceito de muitos leigos de que a telemedicina faz-se por meio exclusivo da teleconferência é equivocado. Na verdade, a tecnologia mais usada é a Internet e off line, isto é, não em tempo real. As mensagens transitam de acordo com a conveniência horária de cada lado.
TELEMEDICINA E TELESSAÚDE: O QUE SIGNIFICAM?
O termo “telemedicina” restringe-se à Medicina, às atividades dos médicos e “telessaúde” é mais abrangente, pois inclui todos os profissionais e atividades relacionadas com a saúde: enfermagem, odontologia, saúde pública, etc.
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