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O termo "smat drugs" ou "drogas inteligentes" é internacionalmente usado para as substâncias que contribuem para o aumento da cognição, a facilitação da aprendizagem e a memória.
Sabemos que a má nutrição do cérebro afeta o humor, concentração e memória. Neurotransmissores químicos são necessários para transportar bilhões de impulsos elétricos de uma célula para outra. Quando o cérebro não tem uma suplementação de nutrientes adequada necessários à produção dessas substâncias as funções cerebrais ficam afetadas de várias formas.
Para uma boa função do cérebro é necessário:
- Absorver glicose sérica através da membrana celular para produzir energia;
- Sintetizar proteínas para uma boa performance das funções celulares;
Inibir os danos dos radicais livres com antioxidantes é uma forma de diminuir o envelhecimento das células cerebrais, e nutrientes selecionados e extratos de plantas podem, além disso, manter a atividade metabólica nas células cerebrais, o que faz com que o envelhecimento não nos deixe debilitado neurologicamente.
Não são apenas substâncias químicas que podem realizar milagres; uma técnica a ginástica cerebral, que pode ser realizada em 10 minutos diários, a administração adequada do stress com diversas técnicas assim como a utilização de aparelhos de eletromedicina podem melhoram e muito funcionamento e a longevidade cerebral.
Pesquisas começam a compreender melhor como e onde nascem os neurotransmissores e quais deles são responsáveis por tarefas mentais específicas. O resultado é que o campo de atuação se expande, e o cérebro começa a ser explorado com mais profundidade.
Motoristas de caminhão, pilotos de aviões e universitários há muito utilizam as anfetaminas para evitar a sonolência; mas esses estimulantes fornecem efeito temporário e sua atuação é brusca e ampla - eles turbinam o cérebro mexendo com todo o sistema nervoso.
As novas “drogas”, diferentemente, são potencialmente a chave para uma acuidade mental mais direcionada e com melhorias duradouras.
Hoje, estão em estudo inúmeras drogas que ajudarão pessoas normais a lidar melhor com uma grande variedade de desafios mentais, inclusive suas emoções. Militares estão testando drogas para diminuir o medo, por exemplo, fazendo do combate uma questão puramente cerebral. Mas alguns cientistas estão céticos: um soldado tão avançado, tão destemido, pode ser também muito mais vulnerável ao perigo.
Mas, afinal, vamos nos tornar mais inteligentes? James Wilsdon afirma que sim, pelo menos temporariamente. Testes de QI têm demonstrado um avanço mental significativo em resposta às smart drugs. Mas isso não implica que seremos humanos mais evoluídos. "Pessoas melhores se conseguem com qualidade de vida", diz o especialista. "Temos várias maneiras de melhorar a memória e a cognição - trabalhando menos, por exemplo. Em uma sociedade em que tudo melhora de forma artificial, perdemos a noção do que é normal." Eis aí um erro que coloca em risco qualquer processo evolutivo.
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